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Notícias > Maio 2012

Qualidade de mudas: primeiro passo para combater as principais doenças da citricultura

Focada na melhoria constante dos serviços oferecidos aos produtores rurais, Citrograf conquista certificação ISO 9001 em todas as suas unidades.

A batalha contra as doenças de citros tem sido uma constante preocupação e envolve todo o setor: viveiristas, produtores, instituições de pesquisa, escolas agrícolas, iniciativa privada e poder público. Os desafios são enormes e a busca por excelência de produção e novas tecnologias é uma das principais metas para a cadeia citrícola.

Reconhecida mundialmente por ser a primeira a produzir mudas cítricas protegidas em viveiros telados – hoje uma regra básica para a sanidade das mudas cítricas – a Citrograf conquistou a Certificação Internacional de Qualidade ISO 9001:2008 para as unidades de Rio Claro e Conchal, no interior de São Paulo. Em 2011, a empresa ganhou destaque por ser o primeiro viveiro comercial do Brasil a obter o selo para a unidade de Ipeúna.

A conquista inédita no País e seus benefícios para os produtores serviram de estímulo para a certificação nas demais unidades. "Todos os procedimentos são registrados e de fácil rastreamento, o que garante total segurança aos citricultores e dá credibilidade ao trabalho da Citrograf", afirma o diretor-presidente da empresa, César Graf.

Com a certificação, as unidades mantêm controle total de todas as etapas de produção, identificação de pontos críticos, padronização de procedimentos, planejamento de ações, monitoramento do ambiente de trabalho, rastreabilidade e registros detalhados.

"Sem dúvida, evoluímos muito. É um diferencial que está sendo reconhecido pelos produtores", destaca Graf.

No Estado de São Paulo, a produção de mudas em viveiros telados é lei desde 2003. Já a compra de mudas certificadas é uma recomendação técnica, importante para o combate das principais doenças da laranja, como o greening, o cancro cítrico e a Clorose Variegada dos Citros (CVC).

Além da certificação dos viveiros de Rio Claro e Conchal, a unidade de Ipeúna, pioneira do selo, recebeu a recertificação no início deste ano, o que comprova o compromisso contínuo da Citrograf com padrões rigorosos de qualidade e capacitação periódica de sua equipe.

Citricultores aprovam

O comprometimento da empresa em manter altos padrões de qualidade já rende resultados. A última pesquisa de satisfação dos clientes mostra que, nos dois últimos anos, 95% dos citricultores estão satisfeitos com os produtos e atendimento da Citrograf.

Augusto Braccialli tem aproximadamente 200 mil árvores de citros plantadas nos municípios de Itápolis, Ibitinga, Reginópolis e Guaimbê. Há seis anos, ele mantém uma parceria de sucesso com a Citrograf e acaba de fechar a compra de 56 mil mudas que serão plantadas em dezembro.

"O controle sanitário do viveiro é impecável, muito diferente do que vemos no mercado. Por isso, fico muito seguro ao comprar as mudas", afirma.

Com mais de 50 anos de tradição no setor, o citricultor João Filipini Carmona é cliente da Citrograf há 12 anos e concorda com o colega. "Eles sempre tiveram um alto padrão de qualidade e o selo ISO só veio coroar o trabalho desenvolvido nos viveiros", diz. Carmona tem 150 mil árvores em Arthur Nogueira, Holambra, Santo Antônio da Posse e Capão Bonito. Nos próximos três anos, ele deve plantar mais 52 mil mudas.

Citrograf

Fundada em 1968, a Citrograf é responsável pela produção de mais de um milhão de mudas por ano. Conta com uma equipe de 120 pessoas que atuam em viveiros nas cidades de Rio Claro, Conchal e Ipeúna. A empresa foi pioneira na construção de viveiros telados, no final da década de 1990.

A produção de mudas em viveiros telados se tornou lei no Estado de São Paulo, em 2003, como forma de proteger os viveiros da Clorose Variegada do Citros (CVC). A medida rendeu resultados imediatos no controle da doença, além de diminuir a incidência de Phytophthora, causador da gomose, e de pragas do solo.

Com os viveiros telados, o setor já estava adaptado para uma das medidas de prevenção do greening – a utilização de mudas sadias ­– quando a doença chegou ao Brasil em 2004.

Fonte: http://portaldoagronegocio.com.br


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