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Notícias > Agosto 2010

Mudas cítricas: Brasil se destaca em workshop internacional no México .

Representado pelo viveirista César Graf, País é precursor nas estratégias mundiais da luta contra o greening, pior doença de citros no mundo

Os citricultores do México enfrentam uma batalha contra o greening. O avanço da doença nos pomares mexicanos pode resultar em um forte impacto econômico no país, com a perda de até 71% das instalações citrícolas e US$ 122 milhões em exportação nos próximos cinco anos.
Para reverter esse cenário, citricultores e pesquisadores do mundo todo se reuniram entre os dias 19 e 23 de julho no Workshop Internacional sobre Greening e seu vetor (International Workshop on Citrus Huanglongbing and The Asian Citrus Psyllid), foi realizado em Mérida, capital do estado de Yucatán, no México.
Os cuidados com as mudas cítricas fazem parte das estratégias implementadas mundialmente para o controle do greening, que se baseiam em três ações fundamentais: a detecção e erradicação das plantas doentes, o controle do vetor e o uso sistemático de mudas sadias.
No que diz respeito aos viveiros, o grande destaque ficou com o modelo brasileiro de produção de mudas cítricas. César Graf, pioneiro na construção de viveiros telados no Brasil, representou o País e falou sobre o papel dos produtores de mudas para o controle do greening.
Convidado pela Organização Norte-Americana de Proteção de Plantas, organizadores do Workshop, o viveirista abordou a evolução dos viveiros nos últimos 13 anos, desde a construção do primeiro viveiro protegido no estado de São Paulo em 1997. “Pudemos trocar experiências sobre as medidas necessárias para a detecção e controle da doença e do psilídeo e, assim, impedir um surto de greening”, diz Graf.
O México é um importante país para a citricultura, com 526 mil hectares de citros. Casos de greening já foram detectados na costa do Pacífico e em Yucatan, no Golfo do México. O País iniciou a construção de viveiros protegidos em 2009, porém a medida ainda não é obrigatória.

César visita o México


Porta enxertos
Outro ponto discutido durante o evento foi a necessidade de implementar ações para desenvolver porta-enxertos e variedades resistentes ou tolerantes ao greening.
Segundos os especialistas, essa atitude é vital para a sustentabilidade da indústria de citros a longo prazo. “É essencial aumentar os recursos para pesquisa, pois é a única maneira de obter os resultados que farão a indústria de citros sustentável”, afirma o viveirista.

César Graf
            Graf foi pioneiro na construção de viveiros telados a partir de 1997. Hoje, é um dos maiores viveiristas brasileiros, com unidades nos municípios de Conchal, Rio Claro e Ipeúna. É diretor-presidente da Citrograf, empresa com mais de 40 anos que produz mais de 1,2 milhão de mudas por ano.
            Ele foi presidente fundador da Organização Paulista de Viveiros de Citros (Vivecitrus), entidade que reúne viveiristas para o estudo e defesa da produção de mudas cítricas.

Fonte: Com Texto Comunicação Corporativa

Luiza Paiva – luiza@ctexto.com.br
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