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T r a n s p o r t e   e   M a n u s e i o   d e   B o r b u l h a s


As recomendações aqui disponibilizadas são baseadas em resultados de pesquisa e experiências adquiridas por pesquisadores e técnicos da área citrícola, relacionadas ao armazenamento e manuseio de borbulhas cítricas.

A c o n d i c i o n a m e n t o

A utilização de borbulhas certificadas é uma norma da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e, portanto, se torna obrigatória na produção de mudas cítricas. As vantagens da utilização de borbulhas certificadas ficam integralmente asseguradas desde que sejam seguidos alguns cuidados. Deve-se lembrar que os cuidados no manuseio das borbulhas são determinantes para o sucesso da produção de mudas.

1. Procure trabalhar com uma programação prévia, informando-nos sobre a variedade e diâmetro do porta-enxerto a ser enxertado para que possamos fornecer o ramo porta-borbulhas mais adequado ao porta-enxerto. As pesquisas mostram que tanto as borbulhas mais jovens (novas/tenras) como as mais lignificadas, apresentam o mesmo pegamento/desenvolvimento.

2. O transporte das borbulhas deve ser realizado em local fresco, se possível em caixas de isopor, e a embalagem somente deve ser aberta momentos antes da utilização das borbulhas.

3. A exposição excessiva ao sol é prejudicial, pois pode desidratar as hastes porta-borbulhas, podendo torná-las inviáveis.

4. As borbulhas a serem enxertadas no dia da aquisição, ou mesmo no dia seguinte, podem ser estocadas em local sombreado, com temperatura amena e umidade relativa entre 60 e 70%. Se necessário a estocagem, recomenda-se secagem do material e armazenagem em câmara fria ou refrigerador com temperatura entre 5 e 10ºC, procurando retirar somente o material que for utilizado no dia. As borbulhas somente devem ser levadas para dentro da estufa no momento da enxertia.

5. Quando a enxertia for realizada, é importante umedecer as hastes, imergindo as extremidades em recipiente com água para re-hidratação. É necessário a poda da extremidade das hastes para desobstruí-las e possibilitar absorção de água visto que as mesmas estão pintadas com tinta látex que identifica as respectivas variedades (ver tabela abaixo do Código de Cores).

6. Excluindo-se uma borbulha de cada extremidade, todas as outras existentes no ramo são consideradas viáveis à enxertia, não existindo diferença no pegamento (gráfico I) e/ou desenvolvimento (gráfico II) de gemas provenientes da ponta, meio ou base dos ramos.

7. Como medida preventiva, recomenda-se fazer a desinfecção da ferramenta de enxertia, mergulhando-a em solução (2%) de amônia quaternária.


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